Notícias

17 Jan

Grandes Benefícios sobre níveis elevados de Vitamina D

Em 2012, o total de estudos sobre os benefícios da vitamina D era pouco mais de 8.200. De lá para cá (2016), estes números foram crescendo e já são mais de 17.000 artigos novos sobre o tema. E continuamente aumentando, desde que cientistas e médicos ainda traba­lham para compreender a totalidade da complexa essencialidade desta molé­cula dentro do corpo humano.

Inicialmente descoberta, a vitamina D era indicada para a saúde dos ossos, prevenção e tratamento do raquitismo. Atualmente, estudos têm demonstrado implicações mais amplas em muitos sistemas do corpo. Entre outros, auxilia o sistema imune através da prevenção de infecções e por sua função imuno­moduladora; fortalece o sistema osteo­muscular; atua na prevenção de doenças cardíacas; previne doenças degenerati­vas do sistema nervoso; age preventiva­mente em diversos cânceres.

As recomendações governamentais ainda são muito conservadoras quando comparadas aos resultados positivos de milhares de estudos científicos, mas, aos poucos começa-se a perceber uma mudança de posicionamento. Na Europa e nos Estados Unidos, as agências regulatórias já estão revisando a recomenda­ção de dosagem. Nos Estados Unidos, a partir deste ano, um novo design de rótulo quanto às informa­ções nutricionais começa a se efetuar, com sua total concretização no ano de 2019: outrora não exigida, agora a informação nutricional da vitamina D contida num alimento industrializado será obrigatória.

No Brasil, o movimento por doses maiores na suple­mentação de vitamina D ocorre por hora de maneira individual, através de profissionais de saúde que acompanham a evolução da ciência e organizações profissionais, como a Sociedade Brasileira de Endocri­nologia e Metabologia (SBEM). No entanto, é preocu­pante que a grande camada populacional não receba estas informações atualizadas. Segundo a SBEM, 85% dos idosos da cidade de São Paulo (e 90% dos idosos institucionalizados) apresentam níveis inadequados de vitamina D. Na população de jovens saudáveis o percentual é de 50%. O SUS fornece doses de 400 UI da vitamina, dose hoje considerada insuficiente para manter os níveis séricos adequados.


Os números afirmam que estamos pecando pela escassez ao invés de excesso em várias frentes quanto à dose de vitamina D. Alguns profissionais de saúde temem que a vitamina D em excesso (o que não é comum), por exemplo, provoque pedras nos rins. Este receio, à primeira vista, pode fazer sentido, pois a vitamina D está envolvida na absor­ção do cálcio de modo que poderia aumentar o risco de pedras nos rins. A teoria tem o que se chama de “validade aparente", o que significa que soa bem. No entanto, dois estudos recentes descobriram exata­mente o oposto: quanto menor o nível de 25(OH)D, maior o risco de pedras nos rins.


A questão excesso precisa ser esclarecida: embora a grande maioria das pessoas que toma suplementos de D3 não apresente nenhum problema, a possibili­dade do seu excesso pode acontecer se, de maneira errônea, alguém ingerir mais que 40.000 UI/dia por mais de 2 meses consecutivos, ou uma imensa única dose. O que vai incrivelmente além do recomendado: 2.000 UI a 5.000 UI/dia, seguidos de medição sanguí­nea para alcançar um nível sérico ideal de 50ng/ ml a 80ng/ml, ou pelo menos um nível considerado normal de 30ng/ml.


Como ocorre com qualquer substância, os excessos podem se tornar tóxicos, mas se descobriu que as doses de vitamina D para se tornarem tóxicas são muito maiores do que anteriormente se acreditava. Além disso, é possível um controle objetivo da dose através de um exame de sangue acessível em qual­quer laboratório para fazer seus ajustes necessá­rios.

Especialistas advertem que o exame de vitamina D deve ser incluído na lista de exames de rotina. A dosagem sanguínea é confiável para verificar suas necessidades e tem efeito preventivo tão importante quanto dosar o colesterol e a glicose. 


  • Protege contra a demência;
  • Previne desordens psiquiátricas durante a gravidez;
  • Ajuda crianças e adultos com o transtorno do espectro autista (TEA).
  • Reduz o risco de AVC ou a probabilidade de ficar permanentemente inábil após AVC;
  • Melhora a função cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca crônica;
  • Atua como terapia complementar para hipertensão.
  • Protege contra a osteoporose (e sua progressão), quedas e fraturas;
  • Diminui a fadiga muscular em adultos mais velhos.
  • Reduz a mortalidade por câncer de mama (37%), colorretal (45%), linfoma (52%), segundo meta-análise (2014) de 25 estudos com 17.332 pacientes 48, e três outras meta-análises também de 2014;
  • Reduz o risco de câncer de próstata.
  • Reprime a progressão do HIV em pessoas sob tratamento;
  • Melhora a dermatite atópica em crianças;
  • Recupera a imunidade (especialmente em adultos mais velhos);
  • Ajuda no regime de emagrecimento (reduzindo também a inflamação).
  • Diabetes: melhora o metabolismo da glicose e lipídios e previne complicações.
  • Intervém de forma positiva na microflora intestinal da primeira porção do trato gastrointestinal (TGI),reduzindo as bactérias patogênicas e aumentando as benéficas.

Novidades sobre medicina ortomolecular siga-nos na mídia social. 

Esse site segue as normas do Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina.As informações contidas neste site têm caráter informativo e educacional usando imagens e vídeos de fornecedores / fabricantes de aparelhos. De nenhuma forma devem ser utilizadas para auto-diagnóstico, auto-tratamento e auto-medicação. Quando houver dúvidas, um médico deverá ser consultado. Somente ele está habilitado para praticar o ato médico, conforme recomendação do CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA.