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31 Out

Testosterona: visão geral no público masculino.

Baixo nível de testosterona é associado à Doença de Alzheimer

Homens com hormônio em baixa têm maior predisposição à doença.

Homens que apresentam baixos níveis de testosterona podem estar mais propensos a desenvolver a Doença de Alzheimer, de acordo com um estudo da Universidade de Saint Louis, nos EUA. Segundo os pesquisadores a descoberta serve como alerta para homens mais velhos com baixos níveis do hormônio e que apresentam problemas de memória ou outros sinais de comprometimento cognitivo.

Para compor esse estudo, 153 homens foram acompanhados em centros sociais. Todos eles tinham mais de 55 anos de idade e não tinham nenhum tipo de demência. Destes homens, 47 tinham comprometimento cognitivo leve ou problemas com perda de memória. Os níveis de testosterona foram acompanhados periodicamente.

Após um ano de pesquisa, 21% dos homens que faziam parte do grupo com algum desvio cognitivo, desenvolveram a Doença de Alzheimer. Todos eles tinham níveis mais baixos de testosterona em seus tecidos do corpo, além de níveis elevados de apolipoproteína E, substância que está correlacionada a um maior risco de doença de Alzheimer e pressão arterial elevada.

De acordo com os cientistas, a testosterona pode ter um valor protetor contra a doença de Alzheimer. Segundo eles, o próximo passo é realizar um estudo em grande escala que investiga o uso do hormônio masculino na prevenção da doença de Alzheimer. Para homens mais velhos, a reposição hormonal da testosterona em homens com problemas de memória, pode ser uma medida preventiva para protelar o Alzheimer.

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Poucas horas de sono reduzem níveis de testosterona em jovens

Deficiência do hormônio causa fadiga, falta de concentração e perda de libido.

Estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) mostra que homens jovens que dormem menos de cinco horas por dia têm seus níveis de testosterona drasticamente reduzidos para a mesma quantidade que a de um adolescente de 10 a 15 anos.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores recrutaram aleatoriamente dez jovens do sexo masculino nos arredores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, com uma média de 24 anos de idade, magros e de boa saúde. Eles passaram por uma bateria rigorosa de testes para detectar possíveis transtornos endócrinos ou psiquiátricos e problemas de sono.

Os participantes também passaram três noites no laboratório dormindo por dez horas e, depois, mais oito noites dormindo menos de cinco horas. Amostras de sangue foram colhidas - a cada 15 a 30 minutos por 24 horas - durante o último dia da fase do sono de dez horas e no último dia da fase do sono de cinco horas.

Os efeitos de dormir pouco foram aparentes nos níveis de testosterona depois de uma semana do sono de curto tempo. Cinco horas de sono diminuiu os níveis do hormônio de 10% a 15%. Os menores níveis de testosterona estavam presentes durante as tardes nos dias de sono restrito, entre 14h e 22h. Os jovens também relataram quedas na sensação de bem-estar que coincidiram com os baixos níveis de testosterona no sangue, além da queda de ânimo e vigor a cada dia que seu sono era restringido.

A deficiência de testosterona está associada a falta de energia, redução da libido, falta de concentração, fadiga e também densidade óssea e massa muscular. Segundo o estudo, 15% da população economicamente ativa dos Estados Unidos dorme menos de cinco horas por dia e, por isso, sofre diversos efeitos em sua saúde.

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Testosterona baixa aumenta risco de mortalidade

Nível de testosterona baixo aumenta o risco de mortalidade em homens.

Robin Haring , do Instituto de Medicina da Comunidade e do Departamento de Medicina Interna da Universidade Grifswald na Alemanha, apresentou estudo mostrando que homens com baixo de níveis de testosterona apresentam níveis substancialmente menores de sobrevivência do que os com níveis maiores de testosterona.

Robin Haring disse ao Medscape Diabetes&Endocrinologia que de acordo com os referidos estudos, concluíram que homens com níveis de testosterona menores que 8.7nmol/L têm duas vezes mais risco de morte. Numa análise mais específica, os pesquisadores descobriram que homens com níveis mais baixos de testosterona têm um risco aumentado para morte por câncer e doenças cardiovasculares, mas não doenças respiratórias. Os homens com baixo nível de testosterona têm maior tendência ao envelhecimento e têm uma maior prevalência de diabetes, hipertensão e síndrome metabólica.

O Dr. Hugh Jones, investigador chefe do Centro Hospitalar para Diabetes e Endocrinologia Barnsley na Universidade de Sheffield no Reino Unido, disse que o estudo apresentado por Robin Haring e colegas ressalta a importância do tratamento de homens com baixos níveis de testosterona, mesmo na ausência de qualquer sintoma. Entretanto, ainda são necessários estudos maiores para a confirmação deste fato

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Veja a reportagem da VEJA ONLINE no link abaixo.

Veja o link

 

A obesidade e a testosterona

Homens obesos costumam mostrar um declínio significativo nos níveis de testosterona, enquanto nas meninas adolescentes a situação se inverte. Garotas obesas apresentam níveis bem mais altos do hormônio sexual do que as de peso normal, de acordo com pesquisas científicas feitas nos EUA.

Dois diferentes estudos publicados no Jornal de Endocrinologia Clínica e Metabolismo revelaram que tanto os homens adultos obesos como as adolescentes obesas estão sujeitos a maiores danos à saúde.

 

A testosterona é um hormônio sexual masculino que também é encontrado nas mulheres. Ele ajuda a manter a massa muscular e age na densidade dos ossos, além de influenciar no desempenho sexual, na energia física e na saúde em geral.

O hormônio declina naturalmente conforme o homem envelhece. Segundo os pesquisadores, a gordura tem um efeito similar. Um homem que pesa 13 quilos a mais que seu peso normal tem uma queda de testosterona equivalente a um envelhecimento de 10 anos.

Se um homem passa por uma experiência traumatizante, como a perda da esposa, ele também apresenta mudanças drásticas nos níveis do hormônio.

Meninas obesas que estão no início da puberdade apresentam o problema contrário. Elas têm de duas a nove vezes mais hormônios sexuais que as mais magras. Nesse caso, o aumento de testosterona pode implicar em problemas reprodutivos, no surgimento de diabetes e até em fatores indesejáveis, como o crescimento excessivo de pêlos.

A pesquisa foi realizada com 1667 homens e 104 mulheres e foi comprovado que a obesidade interfere de formas diferentes nos níveis hormonais em cada sexo.

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